Os golpes de calor são uma das causas de morte mais comuns em animais de estimação. Detetados tardiamente, podem ser fatais. Para preveni-los, leia este artigo e veja o que podemos fazer juntos pelo conforto e segurança dos patudos.
Sinais de golpe de calor/insolação
Respiração muito ofegante, salivação excessiva, língua arroxeada ou vermelha, letargia, tonturas e vómitos.
O que fazer em caso de golpe de calor?
Refrescar com água fresca (não gelada) e contactar imediatamente um veterinário.
Cuidados preventivos
1. 7 cães a um poço
Hidratação constante é fundamental. Tenha sempre água frescaelimpa em vários locais da casa. Se sair de casa, não esqueça o bebedouro, onde pode adicionar gelo.
2. Comida que faz crescer água na boca
Alimentação rica em líquidos: Ofereça-lhes snacks ou gelados próprios para animais e humedeça a ração com um pouco de água.
Prepare fruta fresca, como melancia ou maçã sem sementes.
3. Não se passem no passeio
Passeiem nas horas mais frescas do dia (antes das 10h e depois das 19h).
Procure áreas sombreadas e bem ventiladas.
Nos momentos de descanso ou lazer, as mantas refrescantes em gel, os tapetes ou pequenas áreas de banho ajudam a relaxar e recuperar energia.
4. Não fiquem empatados
O asfalto e a areia podem queimar as almofadas das patas. Há protetores solares próprios para animais que oferecem uma proteção eficaz e necessária, pois a exposição solar nesta época é quase permanente.
5. São caudas, não são leques
Ventiladores e ares-condicionados são imprescindíveis para manter os espaços frescos e confortáveis. No carro ou em casa, regule-os em temperaturas moderadas, para evitar choques térmicos.
6. Os cães ladram e a caravana assa
Não os abandone no carro, nem por curtos períodos, pois o interior atinge temperaturas letais em poucos minutos, mesmo com as janelas ligeiramente abertas.
7. Pode rapar o tacho, mas não rape o bicho
O pelo é um isolante e regulador térmico que protege a pele dos raios UV e estabiliza a temperatura. Aparar sim, rapar não.
8. Onde há cães, não há pulgas
Controlo parasitário: as pragas e parasitas adoram passar férias no conforto dos nossos cães, e além de não pagarem renda ainda arranjam comichão. Perdão, confusão. Para evitá-lo, aplique o desparasitante e visite o veterinário antes de irem de férias.
9. Vá dar banho ao cão!
Há piscinas para cães para todos os gostos e feitios: quadradas, redondas, tubulares, desdobráveis, insufláveis, em plástico reforçado, em fibra de vibro ou aço, transportáveis ou fixas, e até com jatos!
As mais recomendadas são as desdobráveis, pela relação qualidade-preço e por serem práticas de usar, sem comprometer a resistência.
O banho morno, além de refrescar, promove o exercício físico, o entretenimento e o fortalecimento de laços com os donos. Pode também ser terapêutico para o animal e facilitar a sua escovagem.
As piscinas para cães devem ter em conta:
- Tamanho e raça
- Resistência: cães maiores, mais pesados ou mais enérgicos, requerem piscinas maiores e mais consistentes
- Utilização: vai levá-la nas férias? Usá-la na praia? Nestes casos, convém ser desmontável e leve. Se é fixa, poderá preferir um material mais resistente.
- Profundidade: adequada ao tamanho do animal, para que possa nadar, mas consiga sair sozinho.
- Drenagem: quanto mais prático for o escoamento da água, mais rápida será a limpeza e desmontagem da piscina.
- Segurança: evite piscinas com arestas ou materiais pontiagudos. É ainda aconselhável ter piso antiderrapante, para evitar quedas.
Na Agriloja, segurança e conforto andam de patas dadas todo o ano. Para não terem dias de cão, visitem-nos!







