Tornar o jardim um espaço seguro, confortável e estimulante para um animal doméstico explorar, brincar e descansar não exige medidas de alta segurança nem vigilância apertada, mas sim a prevenção e os cuidados que expomos neste artigo.
O objetivo não é transformar o jardim num parque infantil à prova de tudo, mas eliminar riscos, criar zonas de conforto e permitir que o animal explore, ainda que sem acesso a plantas, produtos ou espaços potencialmente perigosos.
Ter um jardim à beira-mal plantado
Há plantas ornamentais de exterior potencialmente tóxicas para cães e gatos. A gravidade varia consoante a espécie, a parte ingerida e a quantidade, portanto, antes de comprar, recomendamos que consulte uma lista de plantas tóxicas ou se informe junto do veterinário. Lírios, azáleas/rododendros, narcisos ou teixo são alguns dos exemplos a ter em atenção, mas, caso já os tenha plantado, instalar uma cerca poderá evitar o contacto dos animais. Além destas, também as plantas espinhosas podem causar ferimentos.
A cauda mais rápida que a própria sombra
Da primavera ao outono, todos apreciamos a frescura do jardim. Seja à sombra de uma árvore, de um toldo ou no interior da casota, é importante garantir que há zonas com o solo fresco e que as camas/casotas são arejadas e cómodas, sem exposição solar direta e com água fresca sempre à disposição.
Acesso vedado a animais estranhos
Seja caniço, rede ou painel de vedação, há diversas soluções para vedar o acesso às plantas, ao composto ou às ferramentas, protegendo também as plantas mais frágeis da curiosidade natural dos animais (e das bolas das crianças…).
Na escolha da vedação, convém considerar alguns fatores:
- largura e altura, para evitar fugas;
- não ter pontas ou elementos cortantes;
- ser resistente ao impacto dos animais e à humidade da rega e da chuva, além do sol e do vento;
- ter portões que permitam o acesso.
É importante verificar regularmente:
- buracos;
- zonas escavadas junto à vedação;
- portões;
- fechos.
Os cães, sobretudo, são excelentes especialistas em descobrir «entradas VIP».
Tornar o jardim um espaço seguro, confortável e estimulante para um animal doméstico explorar, brincar e descansar não exige medidas de alta segurança nem vigilância apertada, mas sim a prevenção e os cuidados que expomos neste artigo.
O objetivo não é transformar o jardim num parque infantil à prova de tudo, mas eliminar riscos, criar zonas de conforto e permitir que o animal explore, ainda que sem acesso a plantas, produtos ou espaços potencialmente perigosos.
Ter um jardim à beira-mal plantado
Há plantas ornamentais de exterior potencialmente tóxicas para cães e gatos. A gravidade varia consoante a espécie, a parte ingerida e a quantidade, portanto, antes de comprar, recomendamos que consulte uma lista de plantas tóxicas ou se informe junto do veterinário. Lírios, azáleas/rododendros, narcisos ou teixo são alguns dos exemplos a ter em atenção, mas, caso já os tenha plantado, instalar uma cerca poderá evitar o contacto dos animais. Além destas, também as plantas espinhosas podem causar ferimentos.
A cauda mais rápida que a própria sombra
Da primavera ao outono, todos apreciamos a frescura do jardim. Seja à sombra de uma árvore, de um toldo ou no interior da casota, é importante garantir que há zonas com o solo fresco e que as camas/casotas são arejadas e cómodas, sem exposição solar direta e com água fresca sempre à disposição.
Acesso vedado a animais estranhos
Seja caniço, rede ou painel de vedação, há diversas soluções para vedar o acesso às plantas, ao composto ou às ferramentas, protegendo também as plantas mais frágeis da curiosidade natural dos animais (e das bolas das crianças…).
Na escolha da vedação, convém considerar alguns fatores:
- largura e altura, para evitar fugas;
- não ter pontas ou elementos cortantes;
- ser resistente ao impacto dos animais e à humidade da rega e da chuva, além do sol e do vento;
- ter portões que permitam o acesso.
É importante verificar regularmente:
- buracos;
- zonas escavadas junto à vedação;
- portões;
- fechos.
Os cães, sobretudo, são excelentes especialistas em descobrir «entradas VIP».
Jardim de infância para patudos
Um jardim seguro também pode e deve ser estimulante. Cães e gatos, como temos defendido, precisam de enriquecimento ambiental, que se promove quando têm à disposição:
- espaço para correr, saltar e rebolar;
- brinquedos que desafiem a sua concentração, destreza, reflexos, força e rapidez;
- túneis;
- zonas de exploração;
- diferentes texturas;
- esconderijos.
Para gatos, considere também:
- plataformas elevadas;
- estruturas para trepar;
- esconderijos;
- zonas de observação.
A
imaginação quer-se fértil, não fertilizante
A segurança dos animais no jardim não implica deixar de usar fertilizantes, herbicidas, inseticidas e outros produtos que possam representar riscos se forem ingeridos ou se o animal entrar em contacto com eles de forma inadequada.
Siga as boas práticas que lhe deixamos e, num cantinho do jardim, instale um armário ou abrigo de exterior, para manter fora de alcance produtos fitossanitários e ferramentas.
Boas práticas para um jardim pet friendly:
- guardar produtos fora do alcance;
- não deixar embalagens abertas;
- respeitar doses;
- respeitar intervalos de segurança indicados no rótulo;
- impedir o acesso do animal à área durante a aplicação e pelo período indicado pelo fabricante;
- vedar o acesso à compostagem (matéria orgânica em decomposição), com recurso a vedação ou a um compostor.
Com alguma regularidade, verifique se há água estagnada, farpas ou peças soltas, como parafusos, pregos, arames, plásticos e outros que possam ser pisados ou engolidos.
Em suma, não precisa de ter um cão-de-guarda nem um gato com sete vidas para ter um jardim seguro. Precisa apenas de escolher as plantas adequadas e criar as áreas necessárias para que o jardim seja o lugar onde cabe a brincadeira, a descoberta e claro, o descanso. O seu e o deles!






